Templates da Lua

Créditos

Templates da Lua - templates para blogs
Essa página é hospedada no Blogger. A sua não é?

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Para partilhar ...


Retirei isto de um site da internet, enquanto navegava durante uns tempos calmos aqui no trabalho... não contive as lágrimas, e achei que devia partilhar... espero que gostem :')



" Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de
hospital. Um deles, podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as
tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões. A sua cama estava
junto da única janela do quarto. O outro homem tinha de ficar sempre
deitado de costas. Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas
mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham
passado as férias... E todas as tardes, quando o homem da cama perto da
janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de
quarto, todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma
hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e
cor do mundo do lado de fora da janela. A janela dava para um parque com
um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças
brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços
dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas
e enormes acariciavam a paisagem, e uma ténue vista da silhueta da cidade
podia ser vista no horizonte. Enquanto o homem da cama perto da janela
descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do
quarto fechava os seus olhos e imaginava a pitoresca cena. > Um dia, o
homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro
homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua
mente, enquanto o outro senhor a retractava através de palavras bastante
descritivas. Dias e semanas passaram. Uma manhã, a enfermeira chegou ao
quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida do
homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Ela
ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o
corpo. Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia
ser colocado na cama perto da janela. >A enfermeira disse logo que sim e
fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado,
a enfermeira deixou o quarto. Lentamente, e cheio de dores, o homem
ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um
grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela... que
dava, afinal, para uma parede de tijolo! O homem perguntou à enfermeira o
que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto, lhe tivesse
descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela. A enfermeira
respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. "Talvez
ele quisesse apenas dar-lhe coragem...".
Moral da História: Há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes,
apesar dos nossos próprios problemas. A dor partilhada é metade da
tristeza, mas a felicidade, quando partilhada, é dobrada. Se te queres
sentir rico, conta todas as coisas que tens que o dinheiro não pode
comprar. "O dia de hoje é uma dádiva, por isso é que lhe chamam o
Presente."

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Acreditar ...

Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma
vez, e geralmente antes dos 30 anos.
Não contaram que o amor não é acionado nem chega com hora marcada.
Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma
laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade.
Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida
merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a
gente cresce através da gente mesmo.
Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.
Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um", duas
pessoas pensando igual, agindo igual, que isso era o que funcionava.
Não nos contaram que isso tem nome: anulação.
Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter
uma relação saudável.
Fizeram a gente acreditar que casamento é obrigatório e que desejos
fora de hora devem ser reprimidos.
Fizeram a gente acreditar que os bonitos e magros são mais amados,
que os que transam pouco são caretas, que os que transam muito não são
confiáveis, e que sempre haverá um chinelo velho para um pé torto.
Só não disseram que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.
Fizeram a gente acreditar que só há uma fórmula de ser feliz, a mesma
para todos, e os que escapam dela estão condenados à marginalidade.
Não nos contaram que estas fórmulas dão errado, frustram as pessoas,
são alienantes, e que podemos tentar outras alternativas.
Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo prá gente.
Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder
ser muito feliz, e se apaixonar por alguém...